* Encantos *

De dia para dia, em tudo e por tudo, VOU CADA VEZ MELHOR!!!

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Fazendo Arte:

terça-feira, 20 de junho de 2017

A Nova WITCH ARTE trazendo novidades!

Toda mudança é para melhor por aqui!

Durante os longos anos em que atuei sob a frequência energética do nome 'Mystique Arte', pude perceber que apesar de associar o artesanato ao conhecimento espiritual que fui trilhando, tudo ficava apenas no âmbito explicativo, teórico, onde tudo era feito através dos simbolismos como conhecimento, mas este conhecimento carecia de se tornar SABEDORIA, e isto se faz através da prática do conhecimento adquirido.

E então durante uma dessas mudanças da vida, depois de reflexões e meditações, eis que surge a frequência WITCH ARTE trazendo a prática deste conhecimento todo que venho acumulando, proporcionando não só o conhecimento sobre a magia, mas ajudando as pessoas a vivenciarem em seu dia-a-dia.

Sutilmente inicio (ou re-inicio) com os primeiros conhecimentos que me chamaram a atenção dentro das práticas espirituais, 'A Magia das Ervas' e sua aplicação prática para as necessidades mais básicas de nossos dias, a Limpeza Energética.


São 4 Tipos de banhos de ervas :

-Amor

-Proteção







-Prosperidade


-Força Espiritual







Combinações únicas, feitas especialmente para este lançamento.

De fácil preparação, não requer instrumentos caríssimos nem rituais complicados, apenas seu desejo mais profundo de sintonizar-se com a energia superior, através do espirito sagrado presente nas plantas que mudam nossa frequência e elevam nossa vibração.

Permita-se sentir esta Magia.

Disponíveis na feira de artesanato e também na loja virtual.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

O INICIO: ACUMULADORES DE ORGONE


A História do surgimento dos Orgonites

Nos anos 1930 a 1957 o cientista Wilhelm Reich descobriu o Orgone e conseguiu construir acumuladores de orgone que concentravam o Orgone recolhido.

Ele descobriu a existência de dois tipos de Orgone, o negativo que ele chamava de “DOR” “Deadly Orgone” e o positivo ,”POR” para “Positive Orgone”.

Wilhelm Reich foi o primeiro cientista a não só provar a existência do orgone/bioenergia, mas também descobriu a capacidade de acumular esta com camadas alternantes de material orgânico e metálico. Os acumuladores de orgônio (energia vital) que Reich construía potencializavam a energia local, fosse ela boa (chamada POR) ou ruim (chamada DOR), enquanto que os geradores de orgônio em forma de orgonites transformam toda energia em positiva. Se ela vem positiva é mantida, se ela vem negativa, é transformada em positiva.



A INOVAÇÃO: TRANSFORMADORES DE ORGONE

Nos anos 90 vários cientistas continuaram a desenvolver as descobertas de Wilhelm Reich. Entre outros Karl Welz e Don e Carla Croft que independentemente um do outro, descobriram uma fórmula básica e simples, baseada em uma matriz de material carbo-orgânico com diferentes metais que foi cunhada Orgonite em reverência aos trabalhos de Wilhelm Reich. Depois que Don e Carla Croft publicaram seus resultados em 2001 e convidaram outros a experimentar esse material fantástico, formou-se um movimento de pesquisadores no mundo inteiro, confirmando os resultados e continuando a desenvolver suas aplicações práticas até hoje.


(do site: liberteseparaafelicidade.com.br)

Orgonites – Protetores da Vida


ORGONITE, O QUE É ISTO?

O Orgonite é um dispositivo que acumula a energia que está ao seu redor e a transforma em energia positiva, beneficiando tudo e todos a sua volta.

Ele é geralmente utilizado para harmonizar e melhorar a energia dos ambientes, principalmente para proteger contra a poluição eletromagnética (colocando-o em cima de televisões, computadores, ou perto de torres de celular, por exemplo), mas também pode ser ultilizado em meditações, para energizar alimentos, plantas e muito mais.

Trabalha em todo espaço ao seu redor, funcionando pela sua simples presença. Seu uso pode ser contínuo sem necessidade de “limpeza”.

A energia harmonizada produzida nesta transformação, parece ter um efeito benéfico tanto para os seres vivos mas também em alimentos e plantas, que aparentam ser capazes de assimilar esta energia facilmente.
Composição

Os orgonites são produzidos a partir de três componentes básicos: um orgânico (que atrai a energia), um metálico (que reflete/conduz) e no mínimo um cristal (que modula/transmuta).

O elemento orgânico geralmente usado é a resina. Os metais podem ser variados, costuma-se usar limalhas (particulas de metal) de alumínio, cobre, aço, ferro, latão e bronze.

Opcionalmente, são utilizadas pedras de poder, preciosas e semi-preciosas. Algumas outras substâncias podem ser adicionadas a mistura para torná-la mais potente ou mais especializada para diferentes aplicações.




PORQUÊ UTILIZAR ORGONITES?


Cada dia enfrentamos inimigos invisíveis, silenciosos e inodoros que estressam as células do nosso corpo de uma forma nociva, nos enfraquecendo pouco a pouco até que finalmente se manifesta no nosso ponto mais fraco, como uma doença. Estes são: ondas eletromagnéticas emitidas por computadores, tv, celulares, torres de comunicação, microondas, etc.

As ondas eletromagnéticas artificiais, emitidas por muitos dispositivos tecnológicos ao nosso redor, produzem fortes campos de energia que destoam dos campos eletromagnéticos encontrado na natureza, criando um desequilíbrio maléfico para todos os seres vivos ao seu redor e promovendo a doença.


Efeitos dos Telefones Celulares

Imagem 1 – Temperatura da cabeça depois de 15 min de ligação



Imagem 2 – Radiação craniana pelo uso do telefone celular



COMO AJUDAM

- Proteção e harmonização da casa e ambientes  
- Vitalização da água
- Proteção e harmonização pessoal  
- Vitalização de alimentos
- Neutralização de computadores e aparelhos eletrodomésticos  
- Vitalização de plantas
- Proteção de animais domésticos  
- Ajudando a regeneração do corpo durante o sono
-  Neutralização de fontes EM fortes como torres, transformadores etc.  
- Aplicação terapêutica


São inúmeros os benefícios constatados e relatados por pessoas que utilizam orgonites em suas casas, no trabalho, etc. Alguns desses benefícios são:
Absorção de toda energia desequilibrada que entra no seu raio de ação e harmonizando esta;
Purificação da atmosfera, despoluição de águas, melhora na aridez;
Diminui os efeitos nocivos das radiações eletromagnéticas;
Sono mais profundo;
Maior crescimento e vitalidade em plantas utilizando menos água;
Sabor mais suave na água e alimentos;
Repelente de pragas;
Desarma e repele formas de vida predatórias;
Inspira um comportamento agradável e equilibrado;
Frequentemente cura insônia e pesadelos crônicos;
Maior relaxamento e energia vital;
Harmonização dos chakras de bloqueios energéticos
Ajuda a acordar as suas capacidades psíquicas inatas.



(do site: liberteseparaafelicidade.com.br)

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

REINO ELEMENTAL DO AR ou REINO DAS FADAS




Fadas, Seres Etéreos que carregam a energia e a magia do ar em suas asas.

Habitantes do mundo invisível aos olhos humanos, vivem num mundo e universo próprios, com suas leis, filosofia, objetivos e modo de vida totalmente particular. São como espíritos que possuem ligação direta com os elementos da natureza.


Essas criaturas são por isso, chamadas de espíritos da natureza, uma vez que elas vivem em contato permanente com a fauna e flora, as quais têm a missão de defender.

Elemental significa "Espírito Divino". Estes são os espíritos da natureza.

Sua definição de seres elementais deriva-se do princípio de que os quatro elementos da natureza, descritos na antiguidade: Terra, Água, Ar e Fogo, possuíam, em verdade, duas naturezas: a "física", ou seja, a natureza passível de avaliação pelos sentidos e a outra, a "espiritual", relativa à essência dos elementos.

As fadas são uma criação elemental da evolução do ar. 


sobre as Fadas escreve Mirella Faur: 


"... 

O termo fada (hada em castelhano, fée em francês, fay, fae, fairie ou faery em inglês) deriva do fatum ou fata em latim, que significava o destino (determinado pelas Deusas conhecidas como Parcas, Moiras ou Nornes) ou designava um espírito guardião. Poucas pessoas sabem que “o povo das fadas” é remanescente dos primitivos povos pré-celtas, que habitavam as Ilhas Britânicas desde a Idade de Bronze, sendo descendentes dos míticos Tuatha de Danann, o “Povo da deusa Danu”, vencidos pelos Milesianos, eles mesmos tendo conquistado a Irlanda após vencerem os primeiros colonizadores- Fir Bolg.

À medida da mudança das crenças religiosas e espirituais, os Tuatha de Danann se afastaram cada vez mais da dimensão material, pois eles não mais recebiam a nutrição e sustentação da sua egrégora pelo reconhecimento e a gratidão dos seres humanos perante os seus dons.

Para se protegerem da violência das guerras – sendo eles seres pacíficos – se retiraram para outra dimensão, sutil, a ilha mágica Tyr na n’Og , “A terra debaixo das águas”, situada no Oeste da Irlanda e invisível aos homens. Uma parte deles aí permaneceu e se refugiou nas montanhas, colinas, florestas e grutas, sendo conhecidos como “O velho povo, Os bons vizinhos, O povo das colinas” (chamado em gaélico de Sidhe).




A comprovação deste fato encontra-se na crença comum entre as diversas nações celtas sobre a existência de uma raça de seres sutis, obrigada pelas tribos invasoras a se retirar para o “Outro mundo”, descrito como uma dimensão subterrânea, dentro das colinas ou câmaras mortuárias neolíticas (burial chamber) ou que tinham ido “além-mar”.

Os sidhe eram formados por vários grupos ou ordens, distintas umas das outras, mas que funcionavam como uma coletividade. As terras ocupadas pelos seres feéricos foram chamadas de Fairyland, “a terra das fadas” e seus caminhos e trilhas, imbuídos de energia mágica e telúrica, ficaram conhecidos como ley lines, as linhas de energia da terra, sobre as quais não deviam ser construídas edificações humanas sob o perigo de eclodirem acontecimentos estranhos ou perniciosos à saúde. Os locais sagrados dos Sidhe eram marcados por círculos de pedras ou de cogumelos e deviam ser respeitados e evitados pelos seres humanos. A sua atividade comum era a criação de um gado malhado, que pastoreavam com a ajuda de grandes cães brancos com orelhas vermelha s (Cwn Annwn) ou os “Cães dos montes”.

No nível mágico, os Sidhe conheciam e manipulavam os poderes dos elementos e por isso, com o passar do tempo e o esquecimento da sua verdadeira origem e poder, eles foram reduzidos às figuras elementais dos silfos, salamandras, duendes, gnomos, ondinas, nereides (em função do elemento em que habitavam ou regiam). Nos contos de fadas lhes foi atribuído o papel de “fadas madrinhas”, as conselheiras e protetoras individuais.

Aos poucos, as fadas ficaram restritas ao folclore anglo-saxão e celta, conhecidas como protetoras e guardiãs das árvores, flores ou jardins, confundindo-se depois com outras entidades sobrenaturais e, às vezes, sendo consideradas magas e feiticeiras. Foram descritos muitos tipos, desde as belas fadas das flores, árvores, lagos e rios, os simpáticos gnomos protetores das moradias, até as entidades perigosas com dentes pontiagudos e garras afiadas.

Presentes em todas as formas e manifestações da natureza, as fadas fizeram parte das lendas e do folclore de vários países, mas nenhum povo como o irlandês conseguiu captar, conhecer e compreender tão bem os Fays, provavelmente por serem seus descendentes. O mundo feérico das fadas ainda vive nas crenças e rituais dos camponeses da Irlanda, País de Gales, Escócia, Inglaterra e Bretanha e conta-se que vários mortais tiveram contato com o povo das fadas, aprendendo delas a arte da poesia, música, dança, metalurgia, tecelagem, magia e cura.

A Irlanda até hoje é habitada por duas raças: a visível, dos celtas, e a invisível dos Sidhe, mas que podia ser vista e “visitada” pelos clarividentes e magos. As divindades mais conhecidas, consideradas o Rei e a Rainha das Fadas são a deusa Aine (pronuncia-se ‘oine’), a regente da fertilidade, cujo festival era no dia anterior ao solstício de verão e o deus Gwynn Ap Nudd (pronuncia-se ‘guin ap niid’), o “Senhor do Outro Mundo”. De acordo com as lendas, a Rainha das Fadas oferecia o “galho de cristal”, para mortais dignos deste privilégio, garantindo-lhes passagem e estadia agradável no seu reino.




Existem inúmeras lendas e contos de fada – em todas as nações – descrevendo de maneira romantizada a outrora relação amistosa entre humanos e o povo das fadas, que auxiliava nas tarefas domésticas em troca de moradia, comida (frutas, pão, bolo, mel doces, leite e derivados) e de objetos brilhantes. Elas podiam ser vistas cantando e dançando em círculo nas noites de lua cheia e, ao amanhecer, o local onde tinham dançado aparecia como um círculo de grama verde luminosa ou formado por cogumelos.

Mas, se um homem, atraído pelos seus cantos e beleza entrasse na sua dança, era feito prisioneiro e obrigado a dançar com elas até a exaustão. Acreditava-se que o “anel das fadas” era o portal para o seu mundo e a pessoa que nele entrasse, perdia a noção do tempo e ficava preso se elas fechassem o portal. A única forma de escapar era levar consigo um pedaço de ferro, metal a que tinham aversão.




Como os fays tiveram que se retirar para o “outro mundo” devido à perseguição dos invasores, eles não gostavam do contato com os humanos por não confiar neles; por isso podiam ser perigosos ao se defenderem, se sentissem alguma ameaça para o seu reino ou habitantes. Eles não dependem dos humanos e nem os procuram, a maioria é indiferente, alguns poucos se preocupam com as pessoas e querem ajudar, quando costumam deixar um presente ”fairy gift ou fairy gold”, que podia ser desde pepitas de ouro até algum dom especial, desde que fossem preenchidas determinadas condições de comportamento e obrigações (não prejudicar animais, nem destruir a natureza).

São comuns as histórias de changeling, ou seja, a troca de um bebê humano recém-nascido e sadio por um dos seus filhos, que estivesse doente ou deformado. O poder comum às fadas era o glamour, ou seja, a capacidade de assumir qualquer forma para aparecer aos seres humanos, ou ficar invisíveis. As fadas não são as figuras diáfanas, boazinhas e bonitinhas como vemos nas estatuetas, desenhos e figuras das lojas esotéricas; na realidade elas não são boas, nem más, não são nossos anjos de guarda, nem estão à nossa disposição nos fazendo favores. Se fossem maltratadas, elas se vingavam afetando as colheitas, extraviando objetos, prejudicando o preparo das conservas e alimentos, assustando animais, provocando efeitos atmosféricos.


Porém, mesmo enganando as pessoas com brincadeiras e histórias confusas, as fadas não mentem, nem castigam crianças, idosos e mulheres; elas cooperam conosco se for do interesse delas e se soubermos conquistar sua confiança. Alguns seres feéricos podem ser hostis aos humanos, principalmente se tiverem sido violentos ou movidos pela cobiça, destruindo seus hábitats naturais, as jazidas de minérios e cristais ou cortando suas árvores sagradas.

Os antigos povos celtas concebiam a vida existindo em três níveis distintos, integrados e presentes em cada ser: o mundo físico, o mental e o espiritual. A verdadeira evolução do espírito só podia ser alcançada quando fosse encontrada a harmonia entre corpo, mente e espírito. Ao perceber estes mundos entrelaçados, fica mais fácil para compreendermos o conceito do “outro mundo”, a dimensão onde vive o povo feérico, como um plano existindo dentro e fora de nós, pois o espírito não habita apenas em planossuperiores, mas em tudo e no Todo. Realizando esta mudança de compreensão e ampliando nossa percepção, podemos entrar em contato com os Sidhe.

Os Tuatha De Dannan (“O povo da deusa Danu”) eram associados com vários ”outros mundos” além de Tyr na n’Og (“a terra da eterna juventude”), como Mag Mel (“a planície agradável”), Emain Ablaach (“a terra prometida” ou “A Ilha das mulheres”) e Avalach, a “Ilha das Maçãs”, conhecida nos mitos como Avalon. No folclore havia a crença de que as flechas de granito remanescentes da Idade de Pedra teriam sido as flechas usadas pelas fadas para se protegerem dos intrusos e que ocasionavam o temido elf shot (crise de ciática ou lumbago).

O medo das fadas das armas de ferro devia-se ao seu uso pelos invasores, enquanto os povos nativos possuíam apenas as pedras e por isso foram facilmente vencidos. As roupagens verdes das fadas seriam um meio para se fundirem com a natureza e escaparem do extermínio pelos invasores melhor equipados. ..."


SAIBA AGORA COMO CONECTAR-SE AS FADAS MONTANDO SEU PRÓPRIO ALTAR: 


Vai uma dica bem interessante que a página Da Magia à Sedução (http://www.facebook.com/bruxariawiccan) compartilhou, aproveitando este momento de reconexão com os elementais, Criemos nosso altar das Fadas!!



Seu altar de fada deve conter três coisas principais:


1. Um lugar para fazer ofertas de fadas tipo moedas, pedras, utensílios pequenos, etc;




2. Uma representação de um dos quatro elementos de fadas para descansar, uma pedra, bacia de água pequena e sempre limpa, ou a vela, por exemplo;




3. Uma representação de fadas propriamente ditas, tais como plantas que pertencem a elas, vidrinhos de perfumes, estátuas ou imagens em miniaturas.




Estes elementos estando no lugar do altar, sendo que você foi bem criativo, plantas com flores, pedrinhas de vidro brilhante, superfícies refletoras (fadas gostam de olhar para si próprias), uma vela, gotas de óleo essencial, cristais, plumas e purpurina, as conchas, cascas e galhos…








Hora de inaugurar: 




Acenda a vela e diga;

“Amadas e Belas Fadas,

Sejam Bem Vindas,

Eu acredito em Fadas,

E com respeito as tratarei!”




Lembre-se de redecorar sempre este altar.













FELIZ MAGIA DAS FADAS! Que as bençãos do elemento ar preencha sua vida!




;)











segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

***AS DIMENSÕES E A EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA***



Uma dimensão ou um universo, é apenas uma faixa vibratória da existência. Quanto mais AMOR e "conhecimento" , mais se expande a consciência e se aumenta a vibração. Mais leve se torna o ser até chegar no estado de amor incondicional ou felicidade absoluta e "mais próximo" de se fundir com o "Todo" que é puro amor.



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

CRIANDO SEU ALTAR DAS FADAS








Vai uma dica bem interessante que a página Da Magia à Sedução (http://www.facebook.com/bruxariawiccan) compartilhou, aproveitando este momento de reconexão com os elementais, Criemos nosso altar das Fadas!!




Seu altar de fada deve conter três coisas principais:

 1. Um lugar para fazer ofertas de fadas tipo moedas, pedras, utensílios pequenos, etc;

2. Uma representação de um dos quatro elementos de fadas para descansar, uma pedra, bacia de água pequena e sempre limpa, ou a vela, por exemplo;

3. Uma representação de fadas propriamente ditas, tais como plantas que pertencem a elas, vidrinhos de perfumes, estátuas ou imagens em miniaturas.

Estes elementos estando no lugar do altar, sendo que você foi bem criativo, plantas com flores, pedrinhas de vidro brilhante, superfícies refletoras (fadas gostam de olhar para si próprias), uma vela, gotas de óleo essencial, cristais, plumas e purpurina, as conchas, cascas e galhos…

Hora de inaugurar:                                                          

Acenda a vela e diga;
“Amadas e Belas Fadas,
Tragam para conhecer seu Lar,
Djin e Titânia.
Sejam Bem Vindas,
Eu acredito em Fadas,
E com respeito as tratarei!”

Com o tempo você vai descobrindo se será uma ou mais fadas visitantes, e lembre-se de redecorar sempre este altar.


domingo, 24 de março de 2013

COMO FAZER SEU PRÓPRIO INCENSO



 Acender incensos é uma prática que faz parte de cerimônias e rituais desde os primórdios da humanidade. Muito provavelmente, a ideia surgiu quando pessoas de antigas civilizações, ao jogarem plantas e substâncias aromáticas no fogo, perceberam a fumaça perfumada resultante. Hoje, os incensos são muito populares e cativam mais e mais adeptos que os utilizam para os mais variados fins. O incenso sempre esteve ligado à religião.

Seu uso para reverenciar divindades, meditar e limpar ambientes é bastante comum há milhares de anos. Por isso não admira que, segundo o relato bíblico, Jesus Cristo, ao nascer, tenha recebido incenso, mirra e ouro de presente dos Reis Magos. A forte ligação do incenso com o elemento Ar, simbolizada pela fumaça, assim como o marcante apelo olfativo (o olfato tem contato direto com o processamento de emoções e com a memória) talvez expliquem o fascínio que este ritual sempre exerceu sobre os seres humanos.De acordo com antropólogos e historiadores, os primeiros povos a prepararem incensos foram os egípcios. Os incensos eram preparados com ervas e resina de árvores consideradas sagradas. Os egípcios eram bastante experientes na fabricação de incenso, e o faziam em templos, o que revela, desde aí, sua ligação com as cerimônias e as atividades relacionadas à vida espiritual. A própria manufatura dos bastões era um ritual complexo e bastante secreto. Aromas da Índia e o koh japonês. Os hindus são os responsáveis pelos primeiros incensos aromatizados e até hoje esta é uma atividade importante na Índia.

Primeiramente eles utilizavam como incenso materiais nativos: benjoim, sementes, raízes, flores secas e madeiras aromáticas. Eram queimados em rituais públicos ou nas casas, na adoração de deuses e na cremação dos mortos. Nos cultos budistas, até hoje, o incenso também é utilizado nas cerimônias de iniciação de monges e faz parte dos rituais diários nos mosteiros. Mais tarde o hábito foi se espalhando por outros países da Ásia como a China e o Japão. Neste continente, sua propagação está relacionado à difusão do budismo. A apreciação do incenso faz parte do ritual budista para acalmar o espírito. É um momento extremamente importante para a religião, pois recupera a paz e a liberdade espiritual. As fragrâncias que inspiram esse estado são chamadas de koh.

Os japoneses desenvolveram um ritual peculiar para vivenciarem o Koh: o ?Koh Do? ou Cerimônia do Incenso, que é tão importante como a Cerimônia do Chá. Nela, o valor do incenso passa também pela questão estética. O ritual envolve uma série de regras rígidas. Seus objetivos são a reflexão silenciosa e a conquista da paz mental. A experiência espiritual busca um estado sutil e profundo que, ao mesmo tempo, é a essência da estética japonesa.

 Como fazer seu próprio incenso

São muitas as maneiras de produzir incenso, mas todas elas exigem paciência e sensibilidade. Para conseguir aquele aroma especial esteja preparado para gastar tempo e certa dose de dedicação. Rosas, ervas, mel, canela, madeiras, cascas de árvores, óleos essenciais, flores e folhas secas, frutas e sementes e ainda essências fabricadas especialmente para incensos estão na origem dos aromas. Existem centenas de ingredientes para fazer incenso, desde o pó da casca de sândalo até o cravo. Use a imaginação para conseguir outros aromas e, à medida em que for adquirindo prática, faça suas próprias experiências.Os incensos podem ser preparados em casa mesmo, utilizando materiais simples como colheres e panela. No entanto, é muito importante separar os objetos apenas para essa finalidade. O local de preparo e suas mãos devem estar sempre limpos.

Para escolher as essências, óleos essenciais ou ingredientes naturais do seu incenso de acordo com suas características, gosto e necessidades, consulte o pequeno dicionário no final deste artigo.

Ingredientes para o incenso

pó para cola de incenso
pó para incenso
375 ml de água deionizada (água pura, sem cloro ou sais inorgânicos)
óleo essencial ou essência para incenso ou ainda substâncias naturais como flores, folhas, ervas aromáticas?
corante alimentício ? varetas de madeira
recipiente com no mínimo 20 cm de altura;
um local com areia para espetar as varetas e deixá-las secar após mergulhá-las na massa;
uma panela grande

Como fazer incenso

Leve o pó para cola de incenso e a água ao fogo e mexa até atingir uma textura de mingau (é rápido);
Deixe esfriar um pouco. A temperatura ideal para continuar o processo é 40ºC. Para saber se chegou a esta temperatura, é só ir colocando na palma da mão um pouquinho da massa, quando conseguir ficar com ela na mão durante uns 10 segundos, está boa;
Misture o pó para incenso e mexa;
Misture a essência para incenso. e mexa;*
Adicione o corante alimentício que preferir na massa e misture;
Mergulhe as varetas na massa;
Espete cada vareta em um recipiente com areia e deixe secar por duas horas;
Após essas duas horas mergulhe novamente a vareta na mesma mistura e deixe secando mais duas horas;
Mergulhe pela terceira vez e deixe secar completamente.
* Aqui, a essência para incenso pode ser substituída por óleos essenciais (2 ml) ou substâncias aromáticas naturais. Se utilizarmos óleos essenciais na confecção dos incensos, obteremos os incensos terapêuticos, usados na aromaterapia. Se adicionarmos ervas desidratadas, flores, canela, etc, serão incensos fitoterápicos. Neste caso é preciso bater as ervas no liquidificador e peneirar.

Dicionário de aromas e indicações

Abacate (folha): afrodisíaco
Absinto estimulante, cansaço físico e mental
Alfazema: acalma, limpa ambiente, estudos
Alecrim estimulante, combate memória fraca, saúde, sucesso, libera magoas, purifica
Alface sedativo e contra insônia
Alfafa abre o apetite, tira insônia
Alfazema: Acalma e limpa o ambiente.
Almíscar energizante, afrodisíaco, atrai amor
Âmbar antidepressivo, purifica, meditação
Amor Perfeito: purifica ambientes, ajuda nos estudos, amor, elevação das vibrações
Angelica libera angustias, tranquiliza
Anis auto-estima para despertar o amor interno, para despertar forças
Arruda: Proteção, limpa ambientes carregados.
Artemísia desintoxica
Balsamo Rosa: acalma, purifica ambientes, ajuda nos estudos, amor, eleva as vibrações psíquicas,  Acalma e equilibra energia.
Benjoim: Exorcismo, espiritualidade, limpeza de ambiente, energizador
Calêndula excitante
Camomila: acalma, purifica ambientes, ajuda nos estudos, psíquicos.
Canela: Estimulante, atrai prosperidade, bens materiais, acalma.
Cânfora: Limpa ambientes carregados. desenvolvimento psíquico, acalma.
Cedro: Purifica ambientes, para despertar forças, psíquico.
Cipreste consagração, bênçãos
Coco: Estimula o bem estar.
Cravo afrodisíaco, despertar forças interiores
Cravo da Índia: Purifica ambientes, para despertar forças, espiritualidade, sensualidade, e atração,  Excitante, afrodisíaco e expectorante, expulsa as forças negativas.
Dama da Noite: Ideal para encontros amorosos.
Egípcio: Purifica ambientes, amor.
Erva Doce: Poderoso calmante.
Erva-cidreira combate insônia, palpitações e acalma
Espiritual: Purifica ambientes, despertar forças, espiritualidade.
Eucalipto purificador de ambientes, revigorante
Flor de Pitanga: Incentiva a criatividade.
Flor do Campo: Equilíbrio emocional.
Flor Indiana(Kewda): Purifica as vias respiratórias.
Floral: Afasta sentimentos negativos.
Fucus sedativo
Ginseng estimulante
Heliotrópio: Amor.
Jasmim: Afrodisíaco, atrai paixão, melhora o humor, espiritualidade, elevação das vibrações, psíquicas.
Kamac: Para despertar forças.
Lavanda: Harmonia, paz e equilíbrio no ambiente.
Limão purificador
Lírio: Harmonia, paz e equilíbrio.
Lótus: Ajuda nos estudos, elevação as vibrações.
Louro prosperidade, atrai dinheiro
Maçã atrair amor, magnetismo
Maçã Rosada: Acalma.
Madeira Oriental: Sensualidade e atração.
Madeira: Energia positiva, amor, elevação das vibrações.
Manjericão antidepressivo
Mirra Quefren: Para despertar forças,  sorte, saúde e negócios, Oferenda aos Deuses, boa sorte, traz saúde, sucesso nos negócios, acalma, purifica ambientes, espiritualidade, psíquico.
Musk: Cria um ambiente de sensualidade.
Nós Moscada: Diminui a ansiedade, Nóz moscada atenua ansiedade
Olíbano criatividade, alegria, paz conjugal
Ópium: Favorece a determinação, ajuda nos estudos, elevação das vibrações, psíquicos.
Orquídea serenidade, estudos,  Afrodisíaco.
Papoula: Psíquico.
Patchouly: Desperta a alegria e a clarevidência, sensualidade e atração, para despertar forças.
Pitanga prosperidade e criatividade
Rosa Branca: Purifica os sentimentos, acalma.
Rosa Musgo: Rejuvenesce, embeleza e amacia a pele.
Rosa: Purifica ambientes, ajuda nos estudos, espiritualidade, amor, elevação das vibrações, psícquico.
Sandânlo: Invocação de seres psicopompos e elementares.
Sálvia relaxa sem provocar sono, bom para TPM Sândalo afrodisíaco
Verbena purificador, afrodisíaco
Vetiver autoridade
Violeta equilíbrio emocional, estudos, meditação
Ylang Ylang ativa a sensualidade, poderoso afrodisíaco.

Óleos essenciais

Alecrim: estimulante geral, revigorante, rejuvenescedor da pele, tira dores musculares, resfriados, melhora o humor e a memória. Ação intensa.
Bergamota: anti-estresse, antidepressivo, indicado em casos de tensão e medo.
Camomila: anti-inflamatório, calmante, combate a irritação, auxilia em processos terapêuticos na busca de causas do sofrimento. Ação suave.
Rosa: afrodisíaco, antidepressivo, auxilia em bloqueios emocionais, melhora a auto-estima e a segurança. Indicado para carência afetiva e crises de TPM.
Sálvia: regulador hormonal, aumenta a criatividade e a inspiração, alivia a TPM .
Sândalo: usado para invocação de elementares e seres psicopompos.
Tangerina: melhora o humor e a disposição física.
Tea Tree: é estimulante de energia vital

Incenso de jardim

Massa de incenso:

Em um copo graduado, coloque 364 ml de água, 14 mel de essência para incenso e 50 gotas de corante. Misture e despeje sobre 100g de pó para incenso, previamente peneirado. Mexa bem.

Cola:

Misture 40g de pó para cola a 80 ml de água. Reserve. Leve ao fogo 100 ml de água. Assim que ferver, adicione a mistura de cola e água. Mantenha o fogo baixo e mexa bastante, até começar a ficar transparente.

Material
- Pó, essência e conservante para incenso (encontrados em lojas de essências)
- Corante alimentício líquido
- Pó para cola
- Palitos de bambu de 40 cm

Junte as massas
Misture a massa de incenso à de cola. Acrescente 20 ml do conservante e mexa bem.

Mergulhe o bambu
Coloque o palito na mistura e retire em seguida. Deixe 10 cm livres numa das extremidades.

Seque no varal
Prenda pela extremidade não recoberta. Espere 24 horas. Repita o mergulho e a secagem mais duas vezes. Embale em sacos plásticos


Abençoado Seja, amigos!!! Muita Luz e bons aromas!!

terça-feira, 19 de março de 2013

ORAÇÃO DE MABON





“Quando as folhas caem, e os dias tornam-se frios 
Quando a Deusa espalha seu manto de terra ao seu redor, 
Você, Grande Deus do Sol vai navegando para o Oeste,
Para as terras do eterno descanso 
Envolvendo-se na fresca brisa da noite. 

Mas nesse momento quando as sementes caem e as frutas amadurecem, 
Nesse momento quando as horas do dia e da noite equilibram-se, 
E os ventos frios sopram desde o 
Quadrante Norte. Nesse momento em que o poder da 
Mãe Natureza aparentemente diminui, 
Sei que a vida continua, 
Porque a primeira é impossível sem a segunda colheita, Assim como a vida é impossível sem a morte. 

Bênçãos sejam derramadas sobre Você,
Deus do Sol, enquanto viaja 
Para as terras do inverno e para os amorosos braços da Deusa”.

Abençoada Deusa de toda a fertilidade, 
Eu plantei e colhi os frutos de minhas ações, 
Peço que Você me de o valor 
Para sempre semear sementes de alegria e 
Amor no ano vindouro,
Desterrando tudo o que é negativo de minha vida. 
Ensina-me os segredos da existência sabia sobre este planeta 
Oh Luminosa da Noite!

“Agradecemos á Deusa e ao 
Deus por este sinal de uma boa colheita, e ao desfrutar dos frutos do meu trabalho, a colheita de nossa vida, peço que nunca esqueçamos daqueles que ainda não são fortunados, para que através de nossa consciência e de nossos pedidos a Ti, 
Grande Mãe e ao Teu Consorte, 
O Deus, todos sejamos abençoados, prósperos e plenos das Tuas dádivas”.

Que Assim se Faça e que assim Seja!




WIKIPEDIA: Mabon (pronuncia-se Mêibon) é também conhecido como Equinócio de Outono ou Lar da Colheita ou Festival da Segunda Colheita. Dia sagrado no paganismo, em especial na religião Wicca. Celebrado no dia do equinócio de outono, que corresponde a aproximadamente dia 20 de março no hemisfério Sul e no dia 22 de setembro no hemisfério Norte (as datas dos equinócios podem apresentar uma variação de até 3 dias de acordo com o ano).


domingo, 17 de março de 2013

JAPAMALA

"Japa" é uma palavra em sânscrito que vem da raiz verbal "jap", que significa "murmurar, sussurrar".

"Japa" é a prática feita pelos yogis na repetição em tom de murmúrio de mantras, de passagens das escrituras, ou do nome de uma divindade.

A repetição destes mantras, o "Japa", é uma "corrente", um "cordão de energia".

Mala é uma palavra de vários significados em sânscrito, porém neste caso, ela quer dizer, apenas, "cordão de contas".

Temos então duas correntes, uma espiritual, "Japa" e outra material, "Mala". Assim, as energias espirituais invocadas "Japa", energizam o "Mala".

Geralmente, o "mala", utilizado para o "japa", "murmurar", contém 108 contas.

Um Mala pode conter contas que também formam divisões de 108, de modo que o mesmo cálculo possa ser mantido.

Chegar ao "Meru", a conta central no mala, mostra que você fez o seu "japa" por 108 vezes. Completar o circuito de 108 mantras é um passo a mais no caminho da elevação espiritual. Cada Volta realizada no "Mala", é um degrau na escada para a união com o éter divino.

Um "mala" estimula seu usuário a fazer os "japas" diariamente.

POR QUE USAR UM MALA ?

O Mala é utilizado para contar mantras em grupos de 108 repetições.


USANDO UM MALA

Segurando o seu cordão de contas, o "Japa Mala", na mão direita, deixe que ele escorregar sobre o dedo do meio (o dedo do céu, o dedo mais longo). O dedo indicador não deve tocar as contas, ficando estendido durante todo o período da entoação dos mantras, o "japa".

Comece sempre pela conta seguinte à grande conta, o "meru", que significa "montanha", e não deve ser contado, nem tocado pelo dedo do polegar, o Meru é apenas o ponto inicial e final da contagem das contas.

Puxe as contas de seu Mala sempre em sua direção, uma a uma, entre seu dedo polegar e o dedo do meio, usando seu polegar para “contar” e puxar cada conta, puxando levemente, enquanto recita o mantra escolhido, e movendo para a próxima conta, até completar a série de 108 contas de seu mala, entoando seu mantra escolhido, por 108 vezes seguidas, ou mais.

Uma conta é puxada por cada repetição do mantra.

O polegar representa seu chakra da garganta e o dedo do meio representa o éter divino no chakra do coração. Assim, como estamos nos comunicando com seres elevados do plano etéreo, este mudra aumentará nosso poder de comunicação espiritual.

Mantenha a mente firme prestando a atenção em sua respiração, nas contas e em seu mantra.

Enquanto puxa uma conta, inale, entoe o mantra "OM NAMAH SHIVAYA", enquanto exala. Um Mala foi feito para ser utilizado em harmonia e com muita calma e firmeza em suas palavras.

Uma vez que você alcance o Meru, caso queira continuar mais 108 vezes, não o ultrapasse. O Meru é a conta estática do Mala.
Vire as contas ao redor e continue na direção inversa. Isto se faz necessário por que quando puxamos as contas ganhamos um espaço entre elas, assim juntamos as contas que ficaram para trás, se formos em frente pelo caminho que começamos, encontraremos as contas muito juntas do outro lado do Meru, e o polegar não poderá fazer o "mudra da riqueza espiritual", que toca estes dois dedos a cada puxada.

O Japa Malas pode ajudá-lo a tirar a tensão, a ansiedade, o medo e levará você a atingir níveis mais altos de consciência e realização espiritual.
A utilização de Japa Malas aumenta a felicidade e a capacidade de meditação. As contas de Japa dão mais foco e maior determinação a quem às utiliza.

Um mala pode ser um colar ou uma pulseira. A pulseira deve ter 27 contas, que precisarão ser contadas por 4 vezes para completar 108.


O PODER DE UM MALA

Seu Mala pode ser imantado com o poder de "Japa" de seu mantra, para isso você precisará praticar todos os dias, por pelo menos 40 dias seguidos. Após 108 dias o mala ficará carregado da energia do poder do mantra entoado/ murmurado/ meditado, e você poderá colocá-lo ligeiramente sobre si ou em outros, para transmitir a energia do mantra, armazenada na mandala de luz, formada em seu Mala.

O ideal seria utilizar um Mala para cada mantra. Quando utilizar o seu mala com um novo mantra, a energia do novo mantra começará a substituir a energia do mantra anterior, então é recomendado usar um novo mala com cada mantra, se possível, é claro.

Outra boa idéia é ter um Mala para cada raio. Cada um dos sete principais chakras carrega as energias de uma das sete principais consciências de Deus.

Quando não estiver utilizando seu mala, guarde-o em um lugar limpo e sagrado. O melhor lugar para guarda-lo é sobre um altar pessoal ou sobre uma estatueta sagrada de uma divindade.

O mala é utilizado para que uma pessoa possa pensar sobre o significado do mantra e de suas palavras enquanto entoa, sem ter a necessidade de ficar contando as vezes que entoa.


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Dia de São Valentim - VALENTINE'S DAY


Em verdade, neste dia comemorava-se o Festival de amor de Afrodite. 

O atual dia de São Valentim em homenagem aos namorados é uma lembrança e adaptação católica desses dias festivos. Dizem que é uma época ideal para qualquer encantamento, magia ou meditação relacionado ao AMOR.


Acenda para São Valentim uma vela azul, e para Afrodite, uma vela rosa. Enquanto as velas queimam lado a lado, peça às divindades que tragam para sua vida, uma amor verdadeiro e duradouro. 
Lembre-se que nenhum feitiço ou encantamento deve ser direcionado a uma determinada pessoa, pois ao movimentarmos as Forças do Karma para tentar mudar o LIVRE-ARBÍTRIO de quem quer que seja, estamos traindo uma das mais importantes Leis Universais, pois se até o Criador respeita nosso livre-arbítrio, nos deixando aprender com nossas próprias escolhas, quem somos nós para desejar impor nosso EGO de tal forma?! 

Não seria de todo agradável viver um suposto amor, preso pelos laços da magia, pois certamente sua auto-estima a cada dia ficaria mais abalada ao ter que conviver com a idéia de necessitar de atos mágicos para viver um amor. 

"Não é assim que funciona, ao tentar realizar os desejos de seu EGO, corres o risco de ficares sem exatamente o que deseja."

Portanto, abra-se para o novo, limpe seu coração de mágoas e decepções e aceite que sua energia vibracional ressoe pelo Universo e atraia quem realmente virá aos seus braços pelas forças da afinidade e da sincronicidade. 

Feliz Amor! Feliz Dia! Feliz Sempre!!!



sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

11 de Janeiro - DIA DE JUTURNA - Deusa Romana


"Dons e Reinos de dominação de Juturna são o fogo, a água, o destino, a adivinhação, a proteção e o equilíbrio. Seus símbolos são fogo, água e fontes.

Durante o festival de Vulcano (o deus do fogo e da forja), Romanos sabiamente invocavam Juturna, a Deusa da fonte, para manter o fogo de danificar a terra ou casas. Em outro nível, podemos recorrer dela para apagar incêndios emocionais que ficaram fora de controle.

Historicamente, Vulcanalia era um momento de divinação usando a fumaça do incenso (então apagar o fogo com água de Juturna).

Escolha o seu incenso para que coincida com a sua pergunta: rosa ou jasmim para o amor,  hortelã para prosperidade, baunilha para a saúde, ou use o que a sua intuição pedir. A fumaça pode responder, criando uma imagem simbólica ou movendo em uma direção particular. Movimento em direção a sua esquerda é negativo, à direita é positivo e  a fumaça circulando a vara de incenso, reflete fortunas misturados ou destinos incertos.

Quando você terminar a vidência da fumaça coloque o incenso para fora do ambiente, apagando-o na água de Juturna (água da fonte), depois misture de cinzas com a água. Isto simboliza o equilíbrio entre o fogo e a água.

Leve isso com você em um recipiente fechado de vidro, quebrando-o ao ar livre, tendo o cuidado para não se machucar com os vidros.

Medite na proteção de energias de Juturna, equilíbrio, se possível beba água da fonte se concentrando nesta conexão sagrada com Juturna e sussurre seu nome pouco antes da água encontrar seus lábios para invocar a sua presença."

(Patricia Telesco, "Deusa 365: um guia diário para a magia e inspiração da deusa".)


De acordo com a Wikipedia, "Juturna era uma deusa de fontes, poços e nascentes. Ela era uma irmã de Turno e apoiou-o contra Enéias, dando-lhe a espada depois que ele deixou cair no campo de batalha, bem como levá-lo para longe da batalha quando parecia que iria ser morto. Ela também foi a mãe de Fontus por Janus.
Júpiter transformou-a em uma ninfa da água e deu-lhe um bem sagrado em Lavinium, Lácio, bem como um outro, perto do templo de Vesta no Forum Romanum. A piscina ao lado do segundo poço foi chamado Lacus Juturnae. Juturna teve um caso com Júpiter, mas o segredo foi traído por outra ninfa, Larunda, a quem Júpiter golpeado com mudez como castigo ". 
O festival de Juturna foi comemorado em 11 de janeiro, o mesmo dia em que começa Carmentalia.

DICA "PARA FRENTE É QUE SE ANDA!"

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ENQUANTO MEUS OLHOS ESTIVEREM ABERTOS, EU VOU SONHAR!!!

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Fernanda Figueiredo
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